Mario Palestras

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terça-feira, 19 de abril de 2011

A atividade física e a qualidade de vida





A atividade física e a qualidade de vida




Um dos quatro pilares do que é conhecido como o treinamento em controle do stress é justamente a atividade física e este treinamento é todo baseado em pesquisas científicas. O stress é um fato com o qual nos deparamos desde a infância até a idade adulta. Não dá para fugir dele ou ignorá-lo, pois, em certos momentos, ele não nos deixa escapar. Uma vez que não é possível evitá-lo completamente, o melhor é dominá-lo, pois nada pode afetar mais dramaticamente a nossa qualidade de vida do que a tensão emocional exagerada.

Existem medidas de controle do stress a longo prazo e a curto prazo. As primeiras lidam diretamente com as causas do stress e com a nossa resistência. As outras têm a ver com uma redução imediata da tensão física e mental. Uma das maneiras mais eficazes que existem para reduzir este tipo de tensão é a atividade física. Por que o exercício físico é recomendado para quem deseja manter o seu nível de stress sob controle?

As pesquisas indicam que o exercício físico, mantido sem interrupção por 30 minutos, é capaz de levar nosso corpo a produzir uma substancia chamada beta-endorfina, que dá uma sensação de conforto, prazer, alegria e bem-estar. Além disto, a beta-endorfina anestesia o organismo, fazendo as dores desaparecerem no momento. É por isto que muitas vezes um jogador que se acidenta consegue continuar jogando.

O exercício físico também alivia dois dos piores males da sociedade moderna: a depressão e a ansiedade. Quando a pessoa está sentindo que as coisas estão sem graça e que o mundo é sem sentido, deve tentar entrar em um programa de exercícios físicos por três ou mais vezes por semana. Isto deve aliviar bastante. Porém, deve-se ter uma noção clara das limitações de qualquer técnica que se aprenda a usar. O exercício físico sozinho não mantém os ganhos para sempre. É importante tentar descobrir a causa e, se possível, tentar retirá-la de sua vida. Se isto não for possível, muitas vezes uma terapia ajuda a se encontrar meios internos para se lidar com aquilo que é inevitável.

Um dos resultados de se utilizar técnicas de manejo do stress, entre elas o exercício físico, é a melhora que se obtém em nossa qualidade de vida. A saúde melhora, nos sentimos de bem com o mundo e, conseqüentemente, a vida social e afetiva também melhoram. Além disto, até a qualidade de vida na área profissional vem a melhorar, pois a pessoa fica menos tensa e mais aberta para os desafios do trabalho.



Direito da mulher




Direito da Mulher ganha espaço virtual


"violência contra as mulheres- quebre o ciclo"

Nesta terça-feira, 23, a Estação Pinacoteca recebeu o lançamento do portal  "violência contra as mulheres- quebre o ciclo"




. O projeto é uma iniciativa do UNIFEM e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher- Parte da ONU Mulheres) e tem como alvo jovens e profissionais de Direito e Justiça.



O lançamento do portal faz parte da campanha mundial “Una-se pelo fim da violência contra as mulheres”, convocada pelo Secretário-Geral da ONU Ban Ki-Moon.



O portal abriga fóruns de discussão, podcastings, redes sociais, vídeos e animações com situações do dia-a-dia, tais como a violência contra as mulheres se apresenta.



O evento contou com a presença de Maria da Penha, inspiradora da lei que leva seu nome, Luis Felipe Miranda presidente do Instituto Avon e a representante da UNIFEM-ONU, Rebecca Reichmann Tavares.



O lançamento do portal amplia a força Campanha “Fale Sem Medo- Não à violência doméstica”, do Instituto Avon, que se une ao movimento internacional “16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero”.



Fumo e dor



Fumo e Dor




Há pesquisas que evidenciam que a nicotina, uma das substâncias contidas no cigarro, tem efeitos analgésicos. Por ironia do destino, os estudos mostram que os fumantes com dor crônica têm menos analgesia (sentem mais dor) que os não fumantes devido ao sinergismo (mesma função) entre a nicotina e analgésicos endógenos (a endorfina é uma substância química produzida pelo cérebro que tem efeitos semelhantes ao da morfina).

Os fumantes apresentam maior intensidade da dor e suas conseqüências, ou seja, apresentam mais dificuldades para a realização de suas funções no dia-a-dia. Quanto maior for a dependência da nicotina (quanto mais quantidade fumar ou quanto maior o tempo que fuma), maior será a intensidade da dor.



A dor de cabeça é mais comum em fumantes do que não fumantes, principalmente naqueles que fumam mais de 10 cigarros/dia há mais de 20 anos. O fumante passivo também apresenta mais dor de cabeça do que o não fumante.

A dor generalizada crônica (artrose generalizada e fibromialgia) e a lombalgia crônica são mais freqüentes e intensas em fumantes do que não fumantes. Esta evidência sugere que há relação entre o tabagismo e a dor crônica. Os fumantes com lombalgia crônica demoram cerca de 10 anos a mais para se recuperarem do que os não fumantes com lombalgia crônica depois que param de fumar.

A hérnia discal com comprometimento da raiz nervosa é mais freqüente em pacientes que fumam e/ou estão mais obesos.

A fratura vertebral originada pela Osteoporose apresenta pior quadro de dor e limitação em fumantes do que não fumantes.

Os pacientes que desenvolvem obstrução de artérias em braços ou pernas (Doença Obstrutiva Arterial Periférica) devido ao fumo (entupimento devido à maior aderência das placas de gordura na parede da artéria) apresentam maior dificuldade para fazer suas tarefas diárias, maior intensidade de dor claudicante (dói quando faz o movimento) e menor independência do que os não fumantes.

O descondicionamento muscular devido à diminuição do aporte de oxigênio nos músculos (conseqüência da diminuição do condicionamento cardiovascular) facilita o encurtamento das fibras provocando bandas tensas musculares que originam dor Miofascial (veja mais no Post: Síndrome Dolorosa Miofascial).

Portanto, se você fuma e tem dor crônica, está na hora de parar, pois este é um fator a mais para aumentar a sua dor!




Fonte: http://adoratual.wordpress.com/

domingo, 17 de abril de 2011

O que é o pensamento





Pensamento e pensar são, respectivamente, uma forma e processo mental. Pensar permite aos seres modelarem o mundo e com isso lidar com ele de uma forma efetiva e de acordo com suas metas, planos e desejos. Palavras que se referem a conceitos e processos similares incluem cognição, senciência, consciência, ideia, e imaginação. O pensamento é considerado a expressão mais "palpável" do espírito humano, pois através de imagens e idéias revela justamente a vontade deste.


O pensamento é fundamental no processo de aprendizagem (vide Piaget). O pensamento é construto e construtivo do conhecimento.

O principal veículo do processo de conscientização é o pensamento. A atividade de pensar confere ao homem "asas" para mover-se no mundo e "raízes" para aprofundar-se na realidade.

Etimologicamente, pensar significa avaliar o peso de alguma coisa. Em sentido amplo, podemos dizer que o pensamento tem como missão tornar-se avaliador da realidade.

Segundo Descartes (1596-1650), filósofo de grande importância na história do pensamento, "a essência do homem é pensar". Por isso dizia: "Sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida, que afirma, que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer e não quer, que também imagina e que sente".

O pensamento faz a grandeza ou a pequenez do homem. A grandeza decorre do pensamento bem pensado, que avalia a multiplicação do real e se esforça para desvendá-lo atentamente, saboreando sua riqueza e diversidade. Tal pensamento aprendeu a filosofar: a desejar amorosamente a verdade, a amar a sabedoria.

A pequenez humana decorre do pensamento obscuro, mesquinho que desconhece o sabor da busca do saber. Esse tipo de pensamento transforma-se em meio de ocultação da realidade. Por meio dele a atividade pensante, em vez de servir à liberdade pode transformar-se em instrumento de dominação social.



Milhares de livros para baixar de graça






Dos clássicos aos contemporâneos – milhares de livros para baixar de graça


Redação em 30/09/10

http://www.brasiliana.usp.br/


Download de clássicos

A USP lançou um site que disponibiliza 3.000 livros para download. Ao entrar no www.brasiliana.usp.br o internauta encontra livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.



reprodução

Romeu e Julieta



O Portal Domínio Público é uma biblioteca digital criada para divulgar clássicos da literatura na internet. São mais de 350 livros em que é possível fazer download de títulos como: “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, obras de Machado de Assis, como “Dom Casmurro”, a “Arte Poética”, de Aristóteles, “A Metamorfose”, de Franz Kafka, entre outros.



Confira 10 títulos de escritores no Portal



1. A Divina Comédia -Dante Alighieri

2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare

3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa

4. Dom Casmurro -Machado de Assis

5. Cancioneiro -Fernando Pessoa

6. Romeu e Julieta -William Shakespeare

7. A Cartomante -Machado de Assis

8. Mensagem -Fernando Pessoa

9. A Carteira -Machado de Assis

10. A Megera Domada -William Shakespeare



Livros em inglês

O site americano Read Print traz livros para download gratuito. É uma espécie de livraria que traz mais de oito mil clássicos para estudante, professores e entusiastas de clássicos. O conteúdo é dividido por categorias como “Essays” (ensaios), “Ficção”, “Não-Ficção”, “Peça”, “Poesia” e “histórias curtas”. Em ensaio, destaque para o ensaio “Reflections on Gandhi”.



Para colecionador

A Taschen lançou “Dennis Hopper: Photographs 1961-1967” dedicado as imagens produzidas pelo ator e diretor Dennis Hopper durante os anos sessenta. Imagens essas que registrou através de sua câmera portátil, que levava consigo para jantares, bares, inaugurações de exposições, encontros que tinha com escritores . Para ler o livro, clique aqui.



“Saramago Biografia”

Nesta biografia, escrita por João Marques Lopes, é apresentada a vida de José Saramago, desde o seu nascimento na Aldeia da Azinhaga, Golegã e também a sua obra, desde as Crônicas d’A Capital e do Jornal do Fundão, até ‘Caim’. Leia trecho.


http://www.brasiliana.usp.br/

sábado, 16 de abril de 2011

Transtornos alimentares






Transtornos Alimentares







Embora existam há séculos, é hoje em dia que mais se tem ouvido falar a respeito dos Transtornos Alimentares, isso porque estes transtornos transformaram-se em uma verdadeira epidemia em todo o mundo.


A cada dia aumenta o número de pessoas que desenvolve algum desses transtornos sendo que, a maior incidência, cerca de 90%, ocorre em mulheres jovens que buscam atingir o padrão de beleza valorizado atualmente pela sociedade onde a magreza passou a ser a principal qualidade em detrimento da saúde e da harmonia das formas físicas.


São mulheres que desejam ter o corpo magro das modelos que aparecem nas capas das revistas e nos comerciais da televisão e que, para atingirem esse objetivo, submetem-se a regimes e dietas extremamente rigorosas e sem acompanhamento médico, além da utilização indiscriminada de inibidores de apetite, causando sérios danos que comprometem toda a sua vida e seu bem-estar físico, psíquico e social.


É comum que as pessoas que estão sofrendo desses males recusem-se a admitir que têm algum problema, assim como, existem também aquelas que sabem que há algo de errado com elas, porém, se envergonham com o que fazem e escondem seus sintomas das pessoas que lhe são próximas.


Havendo sinais ou sintomas que gerem a desconfiança da existência de algum desses transtornos é muito importante procurar ajuda médica imediatamente, para que se faça um bom exame físico e psicológico que vai diagnosticar o grau da doença e, em seguida, iniciar o tratamento adequado para cada caso.


Os casos de transtornos alimentares estão geralmente associados a outros distúrbios como o abuso ou dependência de álcool ou drogas, transtornos de ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo e, principalmente a depressão.


A evolução do quadro destes transtornos pode ser gravíssima e ter como conseqüência graus variados de anemia até desnutrição, parada cardíaca, tentativas de suicídio e morte.


Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento adequado, melhor será a resposta do paciente e, por isso, é muito importante que este se conscientize e admita que tenha essa enfermidade para que seja capaz de manter o tratamento até sua melhora.


Embora graves todos estes transtornos respondem muito bem aos cuidados e aos tratamentos disponíveis hoje em dia que podem incluir psicoterapia individual ou em grupo, utilização de medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos, cuidados clínicos que revertam problemas físicos causados pelos sintomas e maus hábitos adquiridos durante a doença, orientação e acompanhamento nutricional e psicológico.


É muito importante também que haja apoio e incentivo da família e dos amigos para que a pessoa se sinta acolhida e motivada a manter o tratamento até o fim.






Quem sofre com os transtornos alimentares costuma ter traços de personalidade semelhantes, não que isso seja uma regra, mas é comum que sejam pessoas impulsivas, tenham uma baixa auto-estima, comparem-se muito às outras pessoas, sejam pessimistas e muito ansiosas, preocupam-se muito com sua imagem e têm pavor em tornarem-se gordas. Possuem grande sensibilidade e medo de críticas e de rejeição e por isso tendem a isolar-se.


Comer pode ser para elas, uma forma de aliviar a ansiedade que sentem pelas suas mais variadas dificuldades emocionais e de relacionamento social.






Os Transtornos Alimentares mais comuns são: Anorexia Nervosa, Bulimia Nervosa e Transtorno do Comer Compulsivo.






ANOREXIA NERVOSA






A anorexia nervosa é um transtorno caracterizado pela recusa voluntária de se alimentar corretamente mesmo havendo fome e perda de peso acentuada.


A pessoa emagrece demais, mas acredita plenamente que está com excesso de peso, isto é chamado de distorção da imagem corporal.


São pessoas que estão sempre envolvidas com regimes, dietas e receitas de todos os tipos, preocupam-se com o valor calórico dos alimentos e desenvolvem rituais alimentares como, por exemplo, pesar e calcular tudo aquilo que vão ingerir, ou então, cortar os alimentos em pedaços bem pequenos, ficar longos períodos em jejum mesmo estando com fome, recusam comer na frente dos outros e restringem a variedade dos alimentos que consomem.


Podem passar dias inteiros sem se alimentar.


Costumam se pesar freqüentemente ou tirar suas medidas corporais com fita métrica.


Mesmo com fraqueza submetem-se a realização de ginástica ou qualquer outra atividade física com o intuito de emagrecer ainda mais, porém, mostram-se obsessivamente insatisfeitas com seu peso e sofrem por verem-se gordas quando se olham no espelho.


A privação de nutrientes necessárias para a manutenção saudável do organismo somado às práticas intensas de atividades físicas são os grandes causadores das complicações que podem levar a morte de quem sofre de anorexia nervosa.


A desnutrição causa enfraquecimento geral do organismo, diminui o ritmo metabólico e enfraquece as defesas do sistema imunológico deixando o corpo propenso a diversas doenças, infecções e anemias que, mais adiante, podem gerar sérios danos aos órgãos vitais.


Pode ocorrer também a chamada amenorréia ou ausência dos ciclos menstruais normais e a queda da pressão arterial e da freqüência respiratória.


A pele perde o viço tornando-se ressecada e amarelada e é comum, nestes casos, aparecer o “lanugo”, uma penugem escura e fina que recobre todo o corpo.


O cabelo e as unhas tornam-se quebradiços, os ossos perdem cálcio e ficam frágeis e suscetíveis a fraturas.


A pessoa costuma sentir muita sede, ocorre desidratação, prisão de ventre, redução da massa muscular, fraqueza generalizada, apatia, baixa resistência ao frio, tontura e inflamações nas articulações.


A anorexia nervosa, muitas vezes, está vinculada a alguma outra doença psicológica como a depressão, os transtornos de ansiedade, distúrbios de personalidade, transtorno obsessivo-compulsivo ou com o uso ou dependência de drogas.


Nos casos mais graves há sérios riscos de tentativa de suicídio.


Quanto ao temperamento de quem apresenta esse distúrbio pode-se dizer que, muitas vezes, trata-se de pessoas aparentemente calmas e retraídas, hipersensíveis, obedientes, bons alunos ou esportistas dedicados, perfeccionistas que gostam de manter tudo em ordem e arrumado.


Demonstram preocupação exagerada com os fatos da vida e bastante medo de possíveis mudanças no seu cotidiano.


Podem ser bastante desconfiadas e não costumam falar sobre si mesmas, assim, guardam para elas seus problemas e culpas e não procuram auxílio de parentes, amigos ou de algum especialista.


Com o desenvolvimento da doença ocorrem mudanças de comportamento visíveis como explosões de raiva e agressividade, irritabilidade, falta de concentração, cansaço excessivo, tristeza prolongada e alterações no sono.










BULIMIA NERVOSA






Na Bulimia Nervosa as pessoas ingerem de uma só vez grandes quantidades de alimentos e depois induzem vômitos, utilizam laxantes, diuréticos ou praticam intensivamente exercícios como forma de livrarem-se das calorias ingeridas e evitarem o ganho de peso.


São pessoas que estão com o peso adequado (à idade e altura) ou um pouco acima do adequado, mas acreditam firmemente estarem muito gordas.


Quando as crises ou episódios de comer compulsivamente ocorrem, estas pessoas dão preferência por alimentos bastante calóricos como doces, pães, bolos e carboidratos em geral. Comem de forma rápida e em grandes quantidades até sentirem-se empanturradas e desconfortáveis e, logo em seguida, são tomadas por sentimentos de arrependimento e culpa que as deixam profundamente deprimidas e as levam a realizarem os chamados métodos compensatórios que, acreditam elas, irão desintoxicá-las e livrarem seu corpo das calorias que ingeriram de uma só vez. É então, que provocam mecanicamente vômitos (colocando o dedo na garganta), abusam dos laxantes, diuréticos, de longos e penosos jejuns e de exercícios físicos intensos que lhes trazem um certo alívio momentâneo.


Esses rituais de comer compulsivamente e, em seguida, eliminar o que se comeu acontecem, geralmente, em segredo e sem que parentes e pessoas próximas percebam.


As conseqüências da realização repetida desses rituais causam sérios problemas à saúde porque agridem gravemente o organismo.


Insuficiência cardíaca por perda de minerais, problemas renais, desvios hormonais, ruptura do estômago por ingestão excessiva de alimentos, doenças gástricas, desgaste do esmalte dos dentes, cáries, câimbras, abrasões nas mãos, inflamações no esôfago, irregularidades menstruais, desinteresse sexual, inflamações na garganta e desnutrição são comuns em quem sofre desse transtorno.


As pessoas que desenvolvem um quadro de bulimia nervosa são aparentemente extrovertidas, impulsivas, se deixam levar por modismos e novidades, às vezes são coléricos e preocupam-se demais com a opinião alheia.


A bulimia nervosa está geralmente associada a outros distúrbios psicológicos, principalmente a depressão, dependência de drogas, cleptomania (furto compulsivo), ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo entre outras, o que agrava o quadro da doença e aumenta o risco de comportamento suicida.










TRANSTORNO DO COMER COMPULSIVO






Assemelha-se a bulimia nervosa porque a pessoa tem episódios de comer rápida e compulsivamente grandes quantidades de alimentos mesmo sem sentir fome e até não agüentar mais, no entanto, ela não induz a eliminação daquilo que ingeriu, não faz uso de métodos compensatórios mesmo sofrendo por agir da forma que agiu.


Geralmente são pessoas obesas que fracassaram anteriormente nas tentativas de controlarem seu peso.


Podem ter problemas orgânicos associados ao distúrbio, como diabetes, taxas elevadas de colesterol e triglicérides, hipertensão arterial, afecções cardíacas entre outras.


Em muitos casos o transtorno do comer compulsivo está associado à depressão.


CAUSAS DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES






Até hoje não se pode verificar algum elemento isolado causador dos Transtornos Alimentares. Pesquisas apontam para a causalidade variada em que determinados aspectos: genéticos, neuroquímicos, sócio-culturais, comportamentais e psicológicos somados a algum evento desencadeante ou estressor resulte no desenvolvimento da doença.


TRATAMENTO






O tratamento dos distúrbios alimentares varia de acordo com a gravidade em que a doença se encontre. Por isso, a importância de se procurar auxílio médico o mais rápido possível. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada e o tratamento correto for empregado, maiores e melhores serão as chances de recuperação.


O tratamento pode ser ambulatorial, nos casos mais leves ou necessitar de internação hospitalar nos casos mais adiantados, onde o paciente já tenha tido prejuízos sérios causados pela desnutrição ou quando exista a associação do transtorno com a depressão com risco de suicídio.


De qualquer forma um bom tratamento vai associar cuidados médicos para recuperação dos prejuízos orgânicos provocados pela deficiência de nutrientes e reeducação alimentar para corrigir os maus hábitos praticados na doença, a utilização de medicamentos antidepressivos, que responde muito bem na recuperação do paciente e na prevenção de uma eventual recaída.


Juntamente aos cuidados médicos é importante haver um tratamento psicológico, onde o paciente irá rever suas crenças a respeito da sua neurose em buscar um corpo perfeito, repensar seus padrões comportamentais, alimentares e emocionais.


Vai entrar em contato com seus conflitos internos e analisar seus pensamentos e seus julgamentos distorcidos a respeito do mundo e de si mesmo de forma a se libertar do que lhe é nocivo e viver de forma mais consciente, saudável e feliz.






Se você está passando por algum desses problemas, procure ajuda imediatamente! Você vai melhorar, mas precisa dar o primeiro passo!


Em caso de dúvidas entre em contato.





quarta-feira, 13 de abril de 2011

13 de abril, o dia do beijo.



Fazer aniversário no dia do beijo, não tem preço...



13 de abril, o Dia do Beijo. Comemore!

Ação libera endorfina no cérebro, substância ligada às sensações de prazer

Até o Garfield vai gostar desta segunda-feira, dia 13 de abril, quando o Brasil comemora o Dia do Beijo. Apaixonado, afetuoso, entre namorados, entre amigos, de mãe para filho, de bom dia, de despedida. Molhado, de língua, selinho, roubado. É bom de qualquer jeito. Não se sabe quem foi o responsável pela instituição da data, mas todo mundo deve comemorar.


Principal expressão de carinho, o beijo ativa a liberação de endorfina no cérebro, substância ligada às sensações de prazer, e pode combater até depressão.


Na telona e na telinha 
Se beijar é bom e faz bem, assistir a beijos provoca suspiros. O primeiro registrado no cinema foi no filme O Beijo (The Kiss), de 1895, entre os atores May Irvin e John C. Rice. Na televisão brasileira, Vida Alves e o galã Walter Foster foram os pioneiros, em Sua vida me pertence, de 1951. Desde então, vibramos com nossos personagens prediletos, na telona ou na telinha, em filmes, seriados, novelas e até reality shows.


Quem não lembra do (quase) beijo de despedida dos personagens de Humphrey Bogart e Ingrid Bergman em Casablanca (1942)? E dos amassos de Raí e Babalú, personagens de Marcello Novaes e Letícia Spiller na novela Quatro por Quatro (1994)? Recentemente, vibramos com a perda da vergonha da gaúcha Francine durante o BBB 9 ao chamegar com o namorado Max em cima do edredon. Com informações do site G1.


E para você, qual o beijo que você assistiu na televisão ou no cinema ultimamente que lhe tirou o fôlego? Dê o seu depoimento no mural.


Comemore o Dia Internacional do Beijo

O beijo alivia o estresse e exercita músculos faciais

Beijos, beijos e mais beijos! Pode ser aquele beijo molhadinho, suculento, demorado... ou, quem sabe, um beijo de esquimó ou aquele beijo de filme, de parar o trânsito! Ele já foi (e continua sendo!) inspiração para diversas músicas, é sempre lembrado no final das ligações (pra você também!) e pode ser o começo de um amor intenso. O beijo é tão importante que tem até mesmo um dia internacional, comemorado em 13 de abril.

Alguns podem até achar “nojentinho” o fato de que, ao beijar, há trocas de cerca de 250 bactérias junto com a saliva, mas todos sabem: beijar é bom e isso ninguém vai negar! Mesmo porque, além de um belo ato de carinho e amor, o beijo proporciona benefícios ao corpo humano... E se faz bem, por que não aproveitar? 


dia internacional do beijo
Foto: Divulgação, Kzuka

— Através do beijo despertamos o desejo e estimulamos a libido tanto no parceiro quanto em nós mesmas. Um beijo bem dado é uma excelente preliminar e, se vier acompanhado de carícias, pode deixar tanto o homem quanto a mulher prontos para o ato sexual, por isso é uma poderosa arma de sedução — conta a consultora, palestrante e instrutora de artes sensuais e técnicas sexuais Fernanda Pauliv. 


dia internacional do beijo
Foto: Michael Jr., Divulgação

Durante um beijo apaixonado, você vai aliviar o estresse e ainda perder algumas calorias. 

— Você pode perder duas calorias por minuto, além de aliviar o estresse e exercitar os músculos faciais. Com o beijo, há a liberação da oxitocina, hormônio conhecido por ter um efeito calmante sobre o corpo — lembra a consultora sexual Elis Angela Medeiros. 


E se você ainda não se convenceu de como o beijo faz bem, atenção: ele desperta todos os sentidos do corpo para o prazer. O beijo se revela um ato erótico pois tem uma carga de verdade nas sensações que provoca em ambos os parceiros. 




dia internacional do beijo
Foto: Divulgação, Kzuka

— Você pode até fingir um orgasmo, mas é muito difícil fingir um beijo. Se você não estiver 100% entregue ao ato, você não convence ninguém. Desta forma, quando se beija "pra valer" os dois sentem, e fica praticamente impossível de disfarçar o interesse, a vontade e o desejo — completa Fernanda. 

Então, no Dia do Beijo, faça jus à data e beije muito!!

terça-feira, 12 de abril de 2011

A vida dos bebês ainda na barriga





Antes de nascer: a vida dos bebês ainda na barriga

Especialista fala sobre o comportamento intrauterino típico, que evolui conforme a idade fetal








O médico especialista em ultrassonografia Raul Moreira Neto palestrou em duas ocasiões na Feira Bebê & Cia, que ocorreu entre quarta-feira e ontem,na Capital. Diretor da  Ecomoinhos, clínica de ecografia e medicina fetal, Moreira Neto é autor do livro O Bebê – A Vida Antes de Nascer(Razão Editora, 64 páginas, 2006), escrito durante a gestação de seu filho Lucas.
Depois de milhares de exames, Moreira Neto diz ter observado um comportamento intrauterino típico, que evolui conforme a idade fetal – calculada em semanas. Ele afirma, ainda, que o feto se comunica a todo instante com a mãe e recebe dela os sinais sobre o mundo fora do útero. Além disso, os fatos ocorridos antes do nascimento recebem registro mnêmico (de memória). Esse registro fica no inconsciente, influenciando a personalidade pós-natal e o comportamento do indivíduo. Ao sabermos disso, devemos encarar a gravidez com um novo olhar, de acordo com o médico.
No primeiro trimestre da gestação, a fase embrionária, os exames atentam para as condições de crescimento e morfologia do bebê. Durante o segundo trimestre, os exames servem para avaliar o desenvolvimento dos órgãos e apontar o risco de parto prematuro. O final dessa fase é o mais adequado para avaliações ultrassonográficas 3D e 4D, que registram imagens quase fotográficas. Nos últimos três meses, mantêm-se o acompanhamento do crescimento.
Antes da palestra na Feira Bebê & Cia, o médico Raul Moreira Neto conversou com o Caderno Meu Filho.
Meu Filho – Como é o comportamento do feto?
Raul Moreira Neto – Depende da gestação.Se a gravidez é saudável, desejada, o bebê se desenvolve bem, ganhando peso e se movimentando adequadamente. Numa gravidez estressante,indesejada,o feto no início se movimenta muito, depois diminui suas reações e por fim para de ganhar peso.
MF – Os sentimentos da mãe influenciam o feto? 
Moreira Neto –
 Sim. As influências podem ser diversas, como dificuldade de aprendizagem e de comunicação.
MF – Mas mesmo com um cérebro ainda em formação?
Moreira Neto – Justamente por estar se formando,o cérebro assimila tudo no inconsciente.Algum dia, de alguma forma,aquilo se manifesta.
MF –A partir de que idade fetal o bebê desenvolve os sentidos? 
Moreira Neto –
 A partir de sete semanas. No início , desenvolve-se tato, olfato e paladar.A audição é a penúltima.Por fim,chega a visão.
MF – As ecografias podem detectar doenças precocemente? 
Moreira Neto –
 Algumas doenças podem ser detectadas e tratadas ainda dentro do útero. Só se intervém em casos específicos,isolados e raros,que impossibilitariam a sobrevivência fora da barriga.Com doenças menos sérias,se espera
nascer para posteriormente realizar o tratamento.Já no caso das genéticas, como Síndrome de Down,  ode-se orientar os pais,prepará-los para lidar com a criança.
:: Desenvolvimento 
A cada semana de gestação, o feto ganha novas características. Conheça algumas:
Com menos de quatro semanas, o embrião não pode ser visualizado na ecografia.
Com seis semanas, começa a formação do pulmão, do fígado, da tireoide e do baço. O coração já pulsa o sangue pelo embrião.
Com 17 semanas, o feto passa a abrir e fechar os olhos e já é capaz de fazer caretas.
Com 24 semanas, a audição está perfeita. Os sons mais ouvidos são a voz, o coração e o estômago da mãe.
>> Com 28 semanas, é capaz de sentir e lembrar. Pode recordar músicas e reagir a elas.
>> Com 32 semanas, pode ouvir, cheirar, degustar e sentir. Os cabelos crescem. Normalmente, já está posicionado para nascer, de cabeça para baixo.
>> Com 36 semanas, o feto ganha peso e fica mais tempo acordado.
>> Com 37 semanas, já está pronto para o nascimento, segundo a Organização Mundial de Saúde.
Fonte: O Bebê – A Vida Antes de Nascer





domingo, 10 de abril de 2011

Conversa de Psicólogo





Os Testes Psicológicos são os instrumentos dos psicólogos mais conhecidos pela população em geral: seja na hora de tirar a carteira de habilitação ou em uma seleção de emprego, os testes psicológicos são utilizados. Por isso, vira e mexe a gente ouve falar do “teste do desenho” e dos “testes de inteligência”. Isso sem falar no famoso “teste vocacional”.
Mas tem muita gente que não entende como os testes funcionam. Para tirar algumas dúvidas e tranquilizar quem precisa passar por um psicotécnico, aí vão 10 perguntas (e suas respostas) sobre os testes psicológicos.
  1. Quem pode aplicar os Testes Psicológicos? É muito importante dizer que somente psicólogos podem utilizar os testes: testes psicológicos não podem ser aplicados por psiquiatras, pedagogos, assistentes sociais ou outros profissionais. Isso se deve à especificidade da sua construção e da necessidade de interpretação correta dos seus resultados. Testes psicológicos não são como testes de revistas femininas: seus resultados devem ser interpretados dentro de um contexto específico e, para isso, é necessário muito estudo e treinamento.
  2. Quantos tipos de teste psicológico existem? Basicamente, os testes psicológicos se dividem em dois tipos: psicométricos e projetivos.
  3. O que são testes psicométricos? Testes psicométricos são aqueles que fazem uso da medida matemática para avaliar o sujeito. Os resultados originam um cálculo e o resultado do calculo para cada sujeito é comparado com uma tabela do resultado para a população em geral. Como exemplos de testes psicométricos, temos o IFP (Inventário Fatorial da Personalidade), que avalia a personalidade do sujeito, e o QSG (Questionário de Saúde Geral), que avalia a saúde da pessoa no momento do teste.
  4. O que são testes projetivos? São aqueles testes que fazem uso da projeção, ou seja, são testes que permitem que a pessoa manifeste algum aspecto da sua história ou da sua personalidade, mesmo que não perceba isso. Por exemplo, temos o HTP (Teste da Casa-Árvore-Pessoa), que avalia a personalidade através de desenhos, e o TAT (Teste de Apercepção Temática), que usa as histórias que o indivíduo conta para avaliar a sua personalidade e o seu estado mental. O Rorschach, o famoso teste das manchas, também é um teste projetivo.
  5. Como são construídos os testes? Testes psicológicos partem de “construtos”, ou seja, o que vai ser avaliado. Um teste que mede “inteligência”, para dar um exemplo, parte de uma definição clara do que é inteligência (p.ex.: “inteligencia é a capacidade de reagir aos estímulos do ambiente de forma a melhor adaptar-se” – uma definição que pode ser mudada de acordo com o autor do teste) . A partir daí, é construído um instrumento que permite que o psicólogo avalie a inteligência – de acordo com a definição dada pelo teste. Os testes psicológicos são então aplicados a vários grupos de pessoas para definir qual parte da população pode ser avaliada a partir deles e como os resultados devem ser interpretados. O Conselho Federal de Psicologia então avalia as pesquisas e define se os testes podem ou não ser utilizados pelos psicólogos.
  6. Quem vende os testes psicológicos? Existem editoras responsáveis por vender e publicar os testes. É importante repetir: somente psicólogos podem comprar e usar testes psicológicos. Portanto, a venda só se dá perante a apresentação da identidade profissional.
  7. Como fazer para passar no teste psicológico? Como são usados em recrutamento e seleção, há muitas pessoas que querem saber “como passar no teste psicológico”. Para eles, uma notícia boa e ao mesmo tempo ruim: não existe “passar” no teste psicológico. O teste psicológico dá um retrato da pessoa no momento da aplicação. Durante uma seleção de candidatos, os testes são utilizados para verificar se a pessoa tem um perfil compatível com o da vaga a ser preenchida.
  8. É verdade que eu preciso desenhar uma árvore com raiz? Repetindo: não existe fórmula para “passar” no teste psicológico. Tudo o que se diz no senso comum a respeito dos testes não tem fundamento científico. E nenhum psicólogo vai te falar como fazer para passar, sob pena de perder o registro no Conselho.
  9. Todo psicólogo usa teste psicológico? Não. O teste é um instrumento, mas o psicólogo não é obrigado a utilizá-lo. Há psicólogos que preferem basear seu diagnóstico em entrevistas, o que é perfeitamente aceitável.
  10. Eu não passei no teste, e agora? Em um processo de recrutamento e seleção, você tem direito a uma devolutiva do psicólogo. Ele não vai fazer terapia com você, mas pode dar um indicativo dos motivos que levaram você a não passar na seleção. Se você achar necessário, procure ajuda de um psicólogo para trabalhar as questões que impediram a sua aprovação.
Se você quer saber quais são os testes psicológicos autorizados para uso no Brasil, consulte o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos do CFP.