Mario Palestras
PROGRAMA MOTIVAÇÃO E INOVAÇÃO
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
Estressado no trabalho?
Estressado no trabalho? Saiba
respeitar os seus limites!
Nos momentos difíceis do ambiente
profissional, é preciso ter calma: respire fundo e veja como controlar melhor
suas emoções em meio à frustração em apenas seis passos.
Há dias difíceis, em que tudo parece
seguir para o lugar errado, períodos em que a maré teima em remar contra você.
Podem ser demandas atrás de demandas com prazos exíguos, em que você terá de
trabalhar o triplo para conseguir entregar as tarefas. Ou é um daqueles dias em
que seu chefe acordou com o humor estragado – ou, talvez ainda pior, de bom
humor e elétrico, e perscruta cada e-mail em busca de algo para lhe repassar,
pede para refazer um relatório que estava pronto, tudo ao mesmo tempo e em meio
a piadas sem sentido. Então, você sente sua cabeça ferver e tem vontade de sair
correndo, largar tudo, pedir demissão. Em momentos assim,é preciso ter calma:
respire fundo e veja a seguir como controlar melhor suas emoções em meio à
frustração em apenas seis passos.
1. Respire!
Antes de cometer o erro de dizer algo
inapropriado com a cabeça quente, e depois se arrepender, feche a boca de vez e
respire com calma. Você já deve ter ouvido que é importante contar até 10: é um
princípio sábio. Isso vai fazer com que você ganhe tempo para pensar melhor,
consiga colocar as coisas em perspectiva e evite um possível mal-estar com seus
colegas ou seu chefe.
2. Coloque para fora sua raiva por
escrito (mas não mostre a ninguém!)
A liberação da raiva pode ser feita
através de procedimentos simples, como a substituição de seus sentimentos por
palavras. Então, pegue uma caneta e um papel – pode ser uma caderneta ou mesmo
sua agenda física – e escreva seus pensamentos. Guarde-os para você; talvez
mais tarde até rasgue, amasse e jogue fora. Sobretudo, jamais envie nada por
escrito a alguém quando você for provocado ou o mau humor tomar conta.
Escrevendo, você exorciza os seus demônios de forma secreta, e o melhor: pode
colocar fora as provas.
3. Desabafe com um colega de
confiança
É uma atitude arriscada abrir-se no
trabalho, mas a maioria de nós tem pelo menos um aliado entre os colegas de
equipe, alguém em quem confiar especialmente a respeito de assuntos ligados ao
que você faz na empresa. Pode servir como catarse, por exemplo, para falar
sobre uma discussão que você teve com seu supervisor ou algum outro colega. Atente
para a possibilidade de “audição” das paredes, e faça isso em um local seguro.
Pode ser um café em frente à empresa ou outro local, desde que não sirva de
ponto de encontro de seus colegas. Não se esqueça de oferecer a mesma confiança
a quem lhe deu a chance para desabafar em uma próxima vez, ao notar que a
pessoa também está precisando soltar um pouco as rédeas e abrir-se com alguém.
4. Busque o carinho de algum amigo
Às vezes, o que você realmente
precisa é de um abraço amigo, de ouvir aquela voz familiar de quem de fato lhe
conhece e entende. Bons amigos ou outras pessoas significativas podem ser a
fonte perfeita para apoio em situações difíceis. Escreva um texto rápido por
e-mail, se isso for permitido, ou telefone a alguém de quem gosta por alguns minutos.
Isso pode ser o suficiente para se sentir um pouco melhor. Mesmo que esta
pessoa não possa oferecer a mesma perspectiva que a de um colega de dentro da
empresa, a intimidade, o carinho e a compreensão podem pôr você para cima ou
apenas lembrá-lo de que ainda há vida além da sua atual situação.
5. Dê um instante de alegria para si
mesmo
Ao se sentir oprimido pela raiva ou
pela vontade de dizer algumas “verdades” que gostaria, mas não pode, tome
alguns minutos de seu tempo para visitar um site favorito (se isso for
permitido pela empresa), ou vá dar uma volta e beber um bom café. Esse pequeno
período, que pode ser de apenas uns cinco minutos, pode lhe oferecer a fuga
mental de que necessita quando está a ponto de explodir em um instante.
Distrair-se ou concentrar-se em algo que lhe faz feliz pode aliviar o seu
estresse e ajudá-lo a retornar ao trabalho em uma sintonia mais leve.
6. Faça um intervalo para relaxar
Se as coisas estão realmente tensas,
como, por exemplo, ter sido deixado para trás em uma promoção ou um colega lhe
tomou o crédito de uma grande ideia, uma das melhores soluções pode ser
retirar-se temporariamente da situação. Vá almoçar sozinho ou simplesmente dê
uma caminhada lá fora um pouco. Não carregue junto o telefone celular: esse tempo
é só seu. Sair dos limites da empresa pode fornecer a você a distância física e
mental de que precisa para colocar para fora as tensões. Exercitar o corpo em
uma pequena caminhada, mesmo que seja em volta da quadra, pode ser um poderoso
relaxante mental, além de fazer bem ao corpo.
Acima de tudo, saiba que não está
sozinho: você não é uma criatura esquisita apenas por sentir que está perdendo
o controle ou se irritando com colegas ou supervisores. Todos passam por isso
em algum momento no ambiente de trabalho. O importante é saber como
controlar-se para não deixar esse ponto nervoso romper-se, como um vulcão
expelindo lava e chamas. Não importa o quanto ruim possa parecer o momento,
manter o profissionalismo faz você amadurecer e passa, acima de tudo, a imagem
de alguém que tem profissionalismo.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Projeto: Conquistar e Inovar
Minha
palestra visa Motivar - Estimular - Incentivar e Provocar as pessoas.
Motive-se e
aumente as expectativas de mudanças, de novos projetos, sonhos e planos.
Encontrando a motivação, através da criação dos verdadeiros significados para
sua vida.
Quando uma
pessoa desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua
alma, todo o universo conspira a seu favor. (Johann Goethe)
Meu site: www.mariopalestras.com.br
Nome: Mario
Gonçalves
Fone: 48
88278665
Natural:
Florianópolis/SC
Graduando
Psicologia
Escritor do
jornal das cidades
Consultor de
vendas – 20 anos
Assuntos:
Sua vida é a
maior empresa do mundo.
A
Inteligência está em saber se relacionar com outras pessoas.
Como
fidelizar os clientes?
O que motiva
você?
As Atitudes para
vender e conquistar clientes.
Você sabe o
que é entusiasmo?
Com um passo
de casa vez se dá a volta ao mundo.
Vamos
aprender a conquistar pessoas.
Vamos
descobrir o sabotador interno de cada um.
Qual a
diferença entre: desejar e precisar?
Como trabalhar
em equipe?
Conexão entre
as pessoas e as profissões.
Qual é o seu
projeto de vida?
Faça uma
viagem para dentro de si mesmo.
Fazer a diferença
na vida das pessoas.
Duração da palestra:
60 minutos
Faça um
orçamento e dê um presente para sua equipe.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Jantar em família faz bem?
Redação em 21/05/12
Por Mariana Fonseca e Patrícia Gomes, do site PorVir
Um grupo de americanos resolveu se mobilizar para resgatar
os tradicionais jantares em família, unindo comida saudável com convívio de
qualidade dentro de casa. Eles criaram o movimento The Family Dinner Project
(Projeto Jantar em Família, em inglês) com a proposta de ultrapassar os
desafios do dia-a-dia, como a falta de tempo e o cansaço, para sentar pais e
filhos em torno da mesa sem nenhuma das milhares de distrações do mundo
moderno. Celulares, TVs, tablets e qualquer outra tecnologia que não promova a interação
entre os parentes é proibida.
Os organizadores do projeto defendem que os jantares em
família, de qualidade, têm a capacidade de melhorar a autoestima das crianças e
adolescentes, desenvolver a resiliência, diminuir os riscos de uso de drogas, gravidez
na adolescência, depressão, distúrbios alimentares e obesidade. Eles se
basearam em pesquisas de diferentes universidades, como um artigo do centro
especializado em abuso de substâncias químicas da Universidade de Columbia, nos
Estados Unidos.
De acordo com o estudo, adolescentes que fazem menos de três
refeições em família por semana têm quase duas vezes mais chances de se
tornarem fumantes, abusar de substâncias químicas e se tornarem usuários de
maconha do que adolescentes que jantam em família cinco vezes por semana. “O
engajamento dos pais em torno dos jantares pode ser uma potente arma a favor da
saúde das crianças”, garante o pesquisador Joseph A. Califano Jr, da Columbia.
O projeto começou no ano passado, por meio de uma parceria
entre pesquisadores da Universidade de Harvard e um grupo piloto de 15
famílias. E agora já oferece todo o conteúdo on-line para que mais pessoas
adotem a causa, criando seus próprios grupos de discussão na escola, distrito
ou cidade.
Leia na íntegra np site PorVir
terça-feira, 8 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Abandono afetivo
Abandono
afetivo
Terceira
Turma obriga pai a indenizar filha em R$ 200 mil por abandono afetivo
“Amar é
faculdade, cuidar é dever.” Com essa frase, da ministra Nancy Andrighi, a
Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) asseverou ser possível
exigir indenização por dano moral decorrente de abandono afetivo pelos pais. A
decisão é inédita. Em 2005, a Quarta Turma do STJ, que também analisa o tema,
havia rejeitado a possibilidade de ocorrência de dano moral por abandono
afetivo.
No caso mais
recente, a autora entrou com ação contra o pai, após ter obtido reconhecimento
judicial da paternidade, por ter sofrido abandono material e afetivo durante a
infância e adolescência. Na primeira instância, o pedido foi julgado
improcedente, tendo o juiz entendido que o distanciamento se deveu ao
comportamento agressivo da mãe em relação ao pai.
Ilícito não
indenizável
O Tribunal
de Justiça de São Paulo (TJSP), porém, reformou a sentença. Em apelação,
afirmou que o pai era “abastado e próspero” e reconheceu o abandono afetivo. A
compensação pelos danos morais foi fixada em R$ 415 mil.
No STJ, o
pai alegou violação a diversos dispositivos do Código Civil e divergência com
outras decisões do tribunal. Ele afirmava não ter abandonado a filha. Além
disso, mesmo que tivesse feito isso, não haveria ilícito indenizável. Para ele,
a única punição possível pela falta com as obrigações paternas seria a perda do
poder familiar.
Dano
familiar
Para a
ministra, porém, não há por que excluir os danos decorrentes das relações
familiares dos ilícitos civis em geral. “Muitos, calcados em axiomas que se
focam na existência de singularidades na relação familiar – sentimentos e
emoções –, negam a possibilidade de se indenizar ou compensar os danos
decorrentes do descumprimento das obrigações parentais a que estão sujeitos os
genitores”, afirmou.
“Contudo,
não existem restrições legais à aplicação das regras relativas à
responsabilidade civil e o consequente dever de indenizar/compensar, no direito
de família”, completou a ministra Nancy. Segundo ela, a interpretação técnica e
sistemática do Código Civil e da Constituição Federal apontam que o tema dos
danos morais é tratado de forma ampla e irrestrita, regulando inclusive “os
intrincados meandros das relações familiares”.
Liberdade e
responsabilidade
A ministra
apontou que, nas relações familiares, o dano moral pode envolver questões
extremamente subjetivas, como afetividade, mágoa, amor e outros. Isso tornaria
bastante difícil a identificação dos elementos que tradicionalmente compõem o
dano moral indenizável: dano, culpa do autor e nexo causal.
Porém, ela
entendeu que a par desses elementos intangíveis, existem relações que trazem
vínculos objetivos, para os quais há previsões legais e constitucionais de
obrigações mínimas. É o caso da paternidade.
Segundo a
ministra, o vínculo – biológico ou autoimposto, por adoção – decorre sempre de
ato de vontade do agente, acarretando a quem contribuiu com o nascimento ou
adoção a responsabilidade por suas ações e escolhas. À liberdade de exercício
das ações humanas corresponde a responsabilidade do agente pelos ônus decorrentes,
entendeu a relatora.
Dever de
cuidar
“Sob esse
aspecto, indiscutível o vínculo não apenas afetivo, mas também legal que une
pais e filhos, sendo monótono o entendimento doutrinário de que, entre os
deveres inerentes ao poder familiar, destacam-se o dever de convívio, de
cuidado, de criação e educação dos filhos, vetores que, por óbvio, envolvem a
necessária transmissão de atenção e o acompanhamento do desenvolvimento
sócio-psicológico da criança”, explicou.
“E é esse
vínculo que deve ser buscado e mensurado, para garantir a proteção do filho
quando o sentimento for tão tênue a ponto de não sustentar, por si só, a
manutenção física e psíquica do filho, por seus pais – biológicos ou não”,
acrescentou a ministra Nancy.
Para a
relatora, o cuidado é um valor jurídico apreciável e com repercussão no âmbito
da responsabilidade civil, porque constitui fator essencial – e não acessório –
no desenvolvimento da personalidade da criança. “Nessa linha de pensamento, é
possível se afirmar que tanto pela concepção, quanto pela adoção, os pais
assumem obrigações jurídicas em relação à sua prole, que vão além daquelas
chamadas necessarium vitae”, asseverou.
Amor
“Aqui não se
fala ou se discute o amar e, sim, a imposição biológica e legal de cuidar, que
é dever jurídico, corolário da liberdade das pessoas de gerarem ou adotarem
filhos”, ponderou a ministra. O amor estaria alheio ao campo legal, situando-se
no metajurídico, filosófico, psicológico ou religioso.
“O cuidado,
distintamente, é tisnado por elementos objetivos, distinguindo-se do amar pela
possibilidade de verificação e comprovação de seu cumprimento, que exsurge da
avaliação de ações concretas: presença; contatos, mesmo que não presenciais;
ações voluntárias em favor da prole; comparações entre o tratamento dado aos
demais filhos – quando existirem –, entre outras fórmulas possíveis que serão
trazidas à apreciação do julgador, pelas partes”, justificou.
Alienação
parental
A ministra
ressalvou que o ato ilícito deve ser demonstrado, assim como o dolo ou culpa do
agente. Dessa forma, não bastaria o simples afastamento do pai ou mãe,
decorrente de separação, reconhecimento de orientação sexual ou constituição de
nova família. “Quem usa de um direito seu não causa dano a ninguém”, ponderou.
Conforme a
relatora, algumas hipóteses trazem ainda impossibilidade prática de prestação
do cuidado por um dos genitores: limitações financeiras, distâncias geográficas
e mesmo alienação parental deveriam servir de excludentes de ilicitude civil.
Ela destacou
que cabe ao julgador, diante dos casos concretos, ponderar também no campo do
dano moral, como ocorre no material, a necessidade do demandante e a
possibilidade do réu na situação fática posta em juízo, mas sem nunca deixar de
prestar efetividade à norma constitucional de proteção dos menores.
“Apesar das
inúmeras hipóteses que poderiam justificar a ausência de pleno cuidado de um
dos genitores em relação à sua prole, não pode o julgador se olvidar que deve
existir um núcleo mínimo de cuidados parentais com o menor que, para além do
mero cumprimento da lei, garantam aos filhos, ao menos quanto à afetividade,
condições para uma adequada formação psicológica e inserção social”, concluiu.
Filha de
segunda classe
No caso
analisado, a ministra ressaltou que a filha superou as dificuldades
sentimentais ocasionadas pelo tratamento como “filha de segunda classe”, sem
que fossem oferecidas as mesmas condições de desenvolvimento dadas aos filhos
posteriores, mesmo diante da “evidente” presunção de paternidade e até depois
de seu reconhecimento judicial.
Alcançou
inserção profissional, constituiu família e filhos e conseguiu “crescer com
razoável prumo”. Porém, os sentimentos de mágoa e tristeza causados pela
negligência paterna perduraram.
“Esse
sentimento íntimo que a recorrida levará, ad perpetuam, é perfeitamente
apreensível e exsurge, inexoravelmente, das omissões do recorrente no exercício
de seu dever de cuidado em relação à recorrida e também de suas ações, que
privilegiaram parte de sua prole em detrimento dela, caracterizando o dano in
re ipsa e traduzindo-se, assim, em causa eficiente à compensação”, concluiu a
ministra.
A relatora
considerou que tais aspectos fáticos foram devidamente estabelecidos pelo TJSP,
não sendo cabível ao STJ alterá-los em recurso especial. Para o TJSP, o pai
ainda teria consciência de sua omissão e das consequências desse ato.
A Turma
considerou apenas o valor fixado pelo TJSP elevado, mesmo diante do grau das
agressões ao dever de cuidado presentes no caso, e reduziu a compensação para
R$ 200 mil. Esse valor deve ser atualizado a partir de 26 de novembro de 2008,
data do julgamento pelo tribunal paulista. No julgamento do STJ, ficou vencido
o ministro Massami Uyeda, que divergiu da maioria.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Você vive no passado ou no presente?
“O velho sonha com o passado, e o jovem sonha com o futuro” – isto é uma verdade...
Eu digo que é velho independente de idade, quem fica lembrando-se do passado e contando como ele foi bom. O passado já se foi, e não podemos trazê-lo para o presente. Portanto, pode ser prazeroso para quem conta por ser uma recordação, mas não há muito atrativo para quem está ouvindo.
Aquele que sonha com o futuro e avança em sua direção é jovem, é quem possui juventude, independente da idade física. Futuro é algo a ser criado daqui para frente, portanto, quem fala nele está repleto de esperança e tem grande força para atrair quem o ouve.
“Imaginar é criar”
Aquilo que imaginamos e sonhamos no presente se realizará no futuro. Portanto, o segredo do sucesso está na juventude que idealiza um bom sonho para o futuro.
Pense nisso!
terça-feira, 1 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Comer morango pode evitar o envelhecimento do cérebro
A longevidade talvez seja um dos maiores desejos da humanidade. Porém, segundo a matéria publicada no jornal britânico Daily Mail, o segredo para evitar o envelhecimento do cérebro, por exemplo, pode estar no consumo de morangos, amoras e mirtilos. Eles descobriram que o envelhecimento do cérebro poderia ser adiado por até dois anos e meio em mulheres idosas que consomem regularmente as frutas.
As descobertas vêm de um estudo em curso de enfermeiros que envolve apenas mulheres, mas pode também se aplicam aos homens.
Especialistas acreditam que os benefícios acontecem porque estes alimentos possuem teor elevado de flavonóides, compostos de antioxidantes encontrados em plantas que podem proteger contra uma ampla gama de doenças.
A equipe de pesquisa dos EUA usou dados do Estudo da Saúde das Enfermeiras, envolvendo 121.700 pacientes do sexo feminino, entre as idades de 30 e 55, que completaram questionários de saúde e estilo de vida desde 1976. "Os antioxidantes ajudam a neutralizar os radicais livres e promove um envelhecimento melhor", explicou o Dr. Elizabeth Devore com Brigham e do Hospital da Mulher e da Harvard Medical School, em Boston, Massachusetts.
Fonte: saude.terra.com.br
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Abandonando o tempo Psicológico
Abandonando
o tempo psicológico:
Aprenda a
usar o tempo nos aspectos práticos da sua vida, podemos chamar de “tempo do
relógio”, mas retorne imediatamente para perceber o momento presente, tão logo
esses assuntos práticos tenham sido resolvidos. Assim, não haverá acúmulo do
“tempo psicológico”, que é a identificação com o passado e a projeção
compulsiva e continua no futuro.
O tempo do
relógio não diz respeito apenas a marcar um compromisso ou programar uma
viagem. Inclui aprender com o passado, para não repetir os mesmos erros
indefinidamente. Estabelecer objetivos e trabalhar para alcança-los. Predizer o
futuro através de padrões e leis, que podem ser físicas, matemáticas, etc.
aprender com o passado e adotar as ações apropriadas com base em nossos
prognósticos.
Mas, mesmo
aqui, na âmbito da vida prática, onde não podemos agir sem uma referência ao
passado ou ao futuro, o momento presente permanece como um fator essencial,
porque qualquer ação do passado é relevante e se aplica ao agora. E planejar ou
trabalhar para atingir um determinado objetivo é feito agora.
O principal
foco de atenção das pessoas iluminadas é sempre o Agora, embora elas tenham uma
noção relativa do tempo. Em outas palavras, continuam a usar o tempo do
relógio, mas estão livres do tempo psicológico.
Esteja
alerta quando praticar isso, para que você, sem querer, não transforme o tempo
do relógio em seu tempo psicológico. Por exemplo, se você cometeu um erro no
passado e só agora aprendeu com ele, está utilizando o tempo do relógio. Por
outro lado, se você considerar isso mentalmente e daí resultar uma autocritica,
um sentimento de remorso ou de culpa, então você está transformando o erro em
“meu”. Ele passou a ser uma parte do seu sentido do “eu” interior e se
transformou em tempo psicológico, que está sempre relacionando a um falso
sentido de identidade.
A dificuldade em perdoar envolve, necessariamente, uma
pesada carga de tempo psicológico.
Se
estabelecermos um objetivo e trabalharmos para alcança-lo, estamos empregando o
tempo do relógio. Sabemos bem aonde queremos chegar, mas respeitamos e damos
atenção total ao passo que estamos tomando neste momento. Se insistirmos demais
nesse objetivo, talvez porque estejamos em busca de felicidade, satisfação ou
de um sentido mais completo do “eu” interior, deixamos de respeitar o Agora. E ele
é reduzido a um mero degrau para o futuro, sem nenhum valor intrínseco. O tempo
do relógio se transforma então em tempo psicológico. Nossa jornada deixa de ser
uma aventura e passa a ser encarada como uma necessidade obsessiva de chegar,
de possuir, de “conseguir”. Aí, não somos mais capazes de ver nem de sentir as
flores pelo caminho, nem de perceber a beleza e o milagre da vida que se revela
em tudo ao redor, como acontece quando estamos presentes no Agora.
Sentimos a
todo o momento um vazio interno, mas sem saber de onde ele vem...
terça-feira, 17 de abril de 2012
O Corpo nos Emite Sinais "
Compreender e expressar nossas emoções é o primeiro passo para prevenir enxaqueca, dor nas costas, alergias e outras doenças.
A cura está em entender as mensagens do corpo e olhar para dentro de você mesmo.
Isso que os orientais sabem há milênios só recentemente a medicina ocidental reconheceu; os males que afetam o corpo também têm raízes nas emoções e no estado de espírito. ' Nosso corpo é formado de matéria e energia.
As doenças se instalam quando o fluxo de energia está desequilibrado, e as causas são tanto externas quanto internas ' , explica Mauro Perini , ginecologista e especialista em medicina tradicional chinesa , de São Paulo .
Portanto , não são apenas os vírus , os maus hábitos alimentares e o abuso de álcool e fumo que prejudicam a saúde mas também a tristeza , o desânimo e a raiva .
Para entender como os sentimentos negativos podem se transformar em algo tão pesado e até desencadear doenças, é possível compará-los à chuva. A princípio, há apenas uma certa umidade no ar - que corresponde , no ser humano , a sentimentos que incomodam sem que se perceba .
A umidade começa a se condensar em nuvens leves - idéias, pensamentos e emoções já perceptíveis, mas ainda pouco consistentes. As nuvens se adensam até se transformar em chuva ( sentimentos negativos , como ressentimentos e tensões ) , que cai sobre o solo - nosso corpo . Quanto mais forte a chuva, mais problemas ela é capaz de provocar.
A comparação está no livro francês Dis-Moi Où Tu As Mal , Je Te Dirai Pourquoi ( Diga-Me Onde Dói e Eu Direi Por Quê , Editora Campus ) , de Michel Odoul .
O organismo dá sinais que evidenciam o problema antes que ele se manifeste . ' Percebê-los nem sempre é fácil , pois exige olhar para dentro de si ' , afirma Susana de Albuquerque Lins Serino , médica e psicoterapeuta de São Paulo que trabalha com psicossomática ( o estudo das influências psíquicas nos problemas orgânicos ) . Muitas vezes, basta notar as pequenas contrariedades do dia-a-dia para descobrir o que não vai bem. ' Se alguém apressado bate o joelho em uma cadeira e não pára para pensar por que vive distraído a ponto de não ver onde pisa , vai se machucar o tempo todo ' , exemplifica Susana . ' Se não damos atenção à dor de cabeça , ao cansaço , à irritação permanente , o problema vai sempre seguindo adiante até que , a certa altura , o corpo trava '
O estado emocional fragilizado pode até abrir espaço para ataques de agentes externos, como vírus e bactérias . O médico Mauro Perini dá o exemplo da tuberculose : ' Atualmente , apesar dos antibióticos e das vacinas , a doença , que estava controlada , volta a crescer , exatamente quando vivemos uma época de desemprego , fome e guerras .
A tristeza enfraquece o pulmão, e um órgão fraco não consegue se defender ' .
Chave da cura
Seja qual for o problema, ele geralmente exige um mergulho em nossa sombra, no lado escuro, que nos recusamos a encarar . Se o mal-estar tem uma causa interna e profunda, o restabelecimento só virá quando a questão for resolvida. ' Não existe cura se não tentarmos identificar dentro de nós o que está errado e lutar para resolver o problema ' , ressalta a terapeuta Susana Serino . ' Ficar doente é uma oportunidade de conhecer e encontrar nossa própria capacidade de cura ' , conclui . Saiba como funcionam as relações entre as partes do corpo, os sentimentos e as doenças mais comuns , segundo o médico e psicoterapeuta alemão Rudiger Dahlke , autor dos livros " A Doença como Linguagem da Alma " e " A Doença como Símbolo " - Pequena Enciclopédia de Psicossomática ( ambos da ed . Cultrix ) .
PELE - o maior órgão do corpo serve como barreira aos agentes externos.
Além de delimitar nosso corpo, é por meio dela que fazemos contato e recebemos carinho. Problemas cutâneos são sinais de dificuldade em nos comunicar. Em estabelecer e respeitar limites e se relacionar com as pessoas.
COLUNA - todo peso do corpo e por extensão do mundo é sustentado pela coluna. Se você aguenta um fardo extra, como uma responsabilidade que não deveria ser sua, é a coluna que sofre. Quando nossas crenças são abaladas, esse sistema de sustentação do corpo enfraquece. Quem anda com as costas curvadas e o rosto voltado para o chão, mostra desgosto em viver e sentimento de inferioridade. Para encarar a vida de frente e olhar para cima, o primeiro passo é endireitar a coluna.
ARTICULAÇÕES - movimentos difíceis e dolorosos sinalizam dificuldade de seguir em frente em algum ponto da vida, ou ainda que o corpo pede descanso . Dores nas articulações são frutos de rigidez de pensamento, do bloqueio de manifestações de choro ou raiva por exemplo, e da negação de lidar com assuntos antigos , mas que causam incômodo . Quem acorda travado , sem condição de levantar da cama , pode estar exigindo demais do corpo que acaba providenciando o repouso forçado .
ESTÔMAGO - quem se preocupa de forma exagerada ou por antecipação e rumina ressentimentos está propenso a problemas nesse órgão, que recebe e processa as impressões vindas do exterior assim como faz com os alimentos.
Uma das doenças mais comuns em executivos é a úlcera. Eles costumam ser obrigados a aceitar uma contrariedade atrás da outra no dia-a-dia.
SISTEMA IMUNOLÓGICO - quando as defesas do corpo estão debilitadas, uma manifestação comum é a alergia. O organismo confunde uma partícula inofensiva, pólen por exemplo, como um agente perigoso como um vírus ou uma bactéria , e ataca causando sintomas como espirros e coceira . Isso reflete agressividade inconsciente, de alguém que luta contra tudo sem saber diferenciar o nocivo do inócuo.
PULMÕES - o ar entra nos pulmões e traz com ele o que é exterior ao corpo.
Quem tem dificuldade em assimilar o que vem de fora e age como se tudo que acontece de errado fosse culpa dos outros , pode apresentar problemas como pneumonia e asma . Solidão , melancolia , tristeza e dificuldade de perdoar , agem negativamente sobre o pulmão , pois significam falta de intercâmbio e comunicação com o mundo exterior .
INTESTINO - não é à toa que se diz que gente mau-humorada é enfezada .
Intestino preso é sinal de raiva acumulada, tensão e falta de flexibilidade para deixar as coisas fluírem, por medo, timidez, ou dificuldade de perdoar. Já a diarréia , mostra a falta de capacidade de absorver informações e elaborá-las .
Quem rejeita tudo o que se apresenta e não consegue assimilar novas experiências está sujeito a intestino solto.
CABEÇA - é o sistema central do organismo, por onde passam emoções, pensamentos e impulsos nervosos, por isso uma dor de cabeça pode refletir algo que esteja acontecendo em qualquer parte do corpo. Enxaquecas estão associadas a dificuldade de tomar uma decisão ou aceitar algo que incomoda .
Quem pensa demais e não quer fazer algo, muitas vezes usa a dor de cabeça como desculpa.
Conhecer a si mesmo...
*Cura Real*
Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.
Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.
Relate que você tem diabetes. No entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.
Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.
Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo.
Não querem mudar de vida…
Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa.
Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.
Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.
Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas…
Suplicam auxílio para os problemas de tireoide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.
Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade por conta das feridas emocionais do passado.
Clamam pela intercessão divina, porém permanecem surdos aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos.
Saiba que:
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
E a febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
*****
Não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta. A cura real somente acontece do interior para o exterior.
*Cura Real*
Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.
Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.
Relate que você tem diabetes. No entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.
Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.
Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo.
Não querem mudar de vida…
Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa.
Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.
Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.
Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas…
Suplicam auxílio para os problemas de tireoide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.
Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade por conta das feridas emocionais do passado.
Clamam pela intercessão divina, porém permanecem surdos aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos.
Saiba que:
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
E a febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
*****
Não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta. A cura real somente acontece do interior para o exterior.
Avanços da medicina e cuidados com o estilo de vida podem levar à quinta idade
Pensar em viver até os 100 anos, com qualidade de vida, pode estar na mente de muitas pessoas que se sentem ativas e saudáveis depois da terceira idade. Para a medicina, no entanto, a barreira centenária já está ultrapassada e a atenção se volta a quem está disposto a bater recordes de longevidade. Até quando, afinal, será possível viver?
Hoje, a expectativa de vida no Brasil é de 73,5 anos. O Rio Grande do Sul está no terceiro lugar do ranking, só abaixo do Distrito Federal e Santa Catarina: vivemos, em média, 75,3 anos - bem acima do que na década de 80, quando vivíamos cerca de 62 anos.
— Em raros casos, há alguém que vive 120 anos. Biólogos e geneticistas não conseguiram ainda vislumbrar um limite acima disso — afirma o geriatra Newton Terra, diretor do Instituto de Geriatria e Gerontologia da PUCRS.
A questão que se coloca é: poderíamos transpor, com saúde, essa barreira biológica? A ciência não poupa esforços para fazer com que, um dia, ninguém morra mais de velho. Três pesquisadores americanos ganharam o Prêmio Nobel de Medicina em 2009 (e US$ 466 mil, cada um), por terem começado a decifrar por que nossas células envelhecem. A chave está numa palavra: telômeros, um dos fatores que explicam o processo de envelhecimento. Eles são os fragmentos da ponta dos nossos cromossomos, como "tampas" que os protegem. Quando uma célula se divide, essa tampinha tende a ficar menor — e a célula, a se deteriorar. O processo, repetido a cada divisão celular, faz com que ela envelheça. Ou melhor: que o ser humano envelheça.
Mas em células cancerosas isso não acontece: elas se dividem sem sofrer danos, graças a uma enzima que estimula a construção do telômero, a telomerase. Segundo os vencedores do Nobel, a telomerase trabalha mais nas células cancerosas do que em outras, e as protege. Basicamente, é essa enzima que torna o câncer tão poderoso.
Outra alternativa seria renovar o "combustível". O geneticista britânico Aubrey de Grey, da Universidade de Cambridge, propõe que façamos isso com células-tronco. Injetadas periodicamente em nosso corpo, elas poderiam assumir o papel das células mortas e daquelas danificadas pelo processo natural de divisão celular. Como as células-tronco têm a capacidade de formar novos tecidos e órgãos, elas funcionariam como um remédio, tomado de tempos em tempos no consultório do médico, para evitar e aniquilar doenças. Teríamos órgãos jovens para sempre.
— Faríamos um transplante periódico, e as células-tronco seriam iguais às originais de nosso corpo, só que novas em folha — afirma De Grey.
Resultado: teríamos órgãos jovens para sempre.
Idosos cada vez mais ativos
Porém, enquanto toda esta tecnologia não vem a nosso alcance, o que nos resta é fazer a lição de casa: adotar um estilo de vida saudável, praticar exercícios, alimentar-se adequadamente e manter-se ocupado. Mas da simplicidade aparente desses macetes, revelam-se minúcias que podem ser determinantes para uma vida curta, longa ou muito longa.
Estudiosos da longevidade há 30 anos, profissionais do Kurotel — Centro de Longevidade e Spa apontam o equilíbrio emocional, escolhas positivas de vida, atenção à detalhes da medicina e foco em nutrientes específicos para se viver mais e melhor.
— Haverá uma mudança significativa na sociedade. Há condições de termos idosos muito mais ativos — explica a nutróloga Mariela de Oliveira Silveira.
A perspectiva é de que, em 2050, 25% da população mundial seja de idosos. No Brasil, de acordo com o Censo 2010, os idosos ocupam uma fatia de 7,4% dos 194 milhões de pessoas, e as que estão com mais de 100 anos chegam a 24 mil.
O tema é tão relevante que a Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu como tema para este ano "A Boa Saúde Adiciona Vida à Idade", que destaca não só a longevidade, mas também a qualidade de vida.
Um forte candidato
O pecuarista pelotense Genuíno Farias Ferreira é um forte candidato a entrar no time dos centenários. Aos 90 anos, ele caminha a passos rápidos, tem uma fala clara e mantém a mente sempre em atividade.
Durante a semana, trabalha diariamente mantendo com ele a maior responsabilidade sobre os negócios em Pelotas. Nos finais de semana, exercita o corpo com pedaladas na praia do Laranjal.
Na primeira semana de abril, para comemorar as nove décadas de vida, Ferreira pegou o carro e viajou, sozinho, por quase 400 quilômetros até chegar a Gramado. Passou uma semana cuidando da mente e do corpo.
— É preciso gostar de estar vivo, trabalhar e ter uma família com amor e compreensão — ensina.
Mas os segredos de vida de Ferreira vão além. Bem-humorado, ele revela o que parece uma poesia que guia suas atitudes dia a dia: viver sem envelhecer, comer sem engordar, beber sem se embriagar e amar sem complicar.
Fonte:http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/variedades/vida-e-saude/noticia/2012/04/avancos-da-medicina-e-cuidados-com-o-estilo-de-vida-podem-levar-a-quinta-idade-3729055.html
sábado, 24 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Dez razões para investir na sua carreira e ser mais feliz
Ter uma existência gratificante dá trabalho: estude, desenvolva seus talentos, objetivos, planos, habilidades profissionais, conhecimentos e deixe sua marca pessoal no mundo
Não investir em si mesmo é como flutuar em um rio rápido sem um remo ou mapa, ou conhecimento do que espera você na próxima curva. As coisas podem ir bem por um tempo, mas, em algum momento, você vai perceber que cometeu um equívoco. E dependendo do tipo de carreira, um equívoco em determinado ponto pode se tornar um erro gigantesco.
Para evitar imprevistos, você precisa fazer um investimento pró-ativo e reflexivo em um plano para alcançar metas para a sua carreira – e, é claro, para a sua própria vida. Do contrário, o dia a dia o incontrolado da profissão vai acabar levando você sem rumo, deixando de se concentrar sobre o que necessita e o que deseja para si mesmo. O resultado disso e a insatisfação permanente, para não dizer que estará desperdiçando um tempo precioso de sua existência em vão.
Assim, é preciso saber planejar e investir na carreira, para que seu crescimento seja constante e você alcance os frutos merecidos de seu trabalho. Aqui estão 10 razões publicadas pela revista Forbes para que você entenda o quanto é importante investir em sua carreira.
1. O melhor investimento que você pode fazer é em você mesmo
O retorno sobre o investimento na carreira e o fato de melhorar a si mesmo é astronomicamente maior do que qualquer outra aplicação financeira que você pode fazer. Além de proteger-se do desemprego, e usufruir do crescimento pessoal e do sucesso profissional, aumentam também as oportunidades de trabalho e o seu poder pessoal, pois a simpatia que advém do sucesso só atrai mais possibilidades de fazer amigos, fechar negócios e trabalhar com mais satisfação.
2. Você é o chefe da Você Ltda.
Se você é o seu chefe, ou seja, é o dono da Você Ltda. e é quem tem nas mãos a direção de sua carreira; então, o seu trabalho deve ser direcionado para garantir que você não perca de vista os seus próprios interesses e as oportunidades de sua área. O seu trabalho é voltado para alimentar o seu crescimento e sua prosperidade. É muito importante planejar com cuidado as ações que estão alinhadas fielmente à sua missão, que é investir de forma consistente na execução de seus projetos.
3. Valorize a si mesmo
Elabore dois balanços para você. No primeiro, a lista de seus ativos e passivos financeiros. No segundo, a lista de suas habilidades, ideias, conhecimentos, habilidades, redes de contatos pessoais, paixão e capacidade de fazer as coisas acontecerem. Invista em sua segunda lista: é ela que vai aumentar o seu patrimônio pessoal e é assim que você vai aumentar os ativos da sua primeira lista.
4. Você pode se tornar grande
Você é capaz de crescer e aprimorar ainda mais sua carreira, de modo a ser bem-sucedido e contente com quem é e o que faz. A maioria de nós se contenta com sobras, usando apenas uma fração das suas capacidades. Isto é trágico. Perceber sua grandeza através da identificação de seus talentos é investir em seu potencial.
5. Você pode atingir seus objetivos
Sua carreira e objetivos de vida são muito importantes para serem apenas sonhos e desejos. Uma carreira mal-administrada pode atrapalhar seus objetivos de vida. Investir em si mesmo aumenta drasticamente a probabilidade de alcançar os seus objetivos e é uma verdadeira demonstração de seu compromisso de atingi-los.
6. Você cria seu próprio futuro
Sua carreira é moldável conforme você vai alcançando suas metas. Investir em si mesmo lhe fornece clareza, poder e ferramentas para criar seu próprio futuro e tomar o caminho mais curto até seus objetivos. Às vezes, investir significa assumir um risco, mas esse é o preço de entrada para o sucesso e a felicidade.
7. O mundo é um lugar complexo: peça ajuda
Você precisa entender que não é possível saber tudo o que precisa, nem fazer tudo o que precisa fazer sozinho. Não se pode atingir o seu melhor sem ajuda de alguém. Encontre e invista em quem pode ensiná-lo, mostrar-lhe o caminho e ajudá-lo a atingir seus objetivos.
8. A vida é curta demais para a mediocridade
Você não pode se dar ao luxo de ser medíocre. Saiba em que você não é bom e trabalhe isso com inteligência: faça um curso de aperfeiçoamento ou terceirize as suas áreas fracas para alguém que possa fazê-las melhor. Determine em que exatamente o seu desempenho é mais fraco ou medíocre e peça ajuda.
9. Pense em seu leito de morte
A expressão “o que você vai pensar em seu leito de morte” é amarga, sim, mas a escutamos muitas vezes em nossa vida e isso demonstra a importância desse instante final, de balanço do que se fez e do que se deixou de fazer. A passagem do tempo vai lhe fornecer uma perspectiva que você não tem agora. Um dia, porém, você vai olhar para trás e medir os seus problemas, os fracassos e também os sucessos. Seu foco será o de um grande panorama: o tipo de vida que você levou, as oportunidades que teve de prosseguir um caminho promissor que depois abandonou, o quanto você foi feliz e o legado que deixou para a sua existência. Investir em si mesmo é, por isso, crucial para lhe dar a coragem e determinação para ser feliz e fazer suas próprias coisas, e ter pouco para se arrepender na velhice.
10. Sua vida é apenas sua
Ninguém vai fazer por você o que precisa ser feito para a sua vida e a sua carreira. Enfrente a realidade: no que se refere a construir a própria vida, estamos sozinhos nessa. É possível que haja ajuda de amigos, pais, familiares, seja para ajudá-lo a comprar uma casa ou um carro, mas a sua vida e a sua profissão é você quem faz. E ninguém tem tanto a ganhar ou perder nestes dois caminhos como você. Assim, invista o máximo possível para desenvolver-se e atingir o que traçou como meta de vida. Ter uma existência gratificante dá trabalho. Insista: estude, desenvolva seus talentos, objetivos, planos, habilidades profissionais, conhecimento, habilidades e sua marca pessoal. Faça por você mesmo, lendo livros ou realizando uma especialização. Ou então contrate especialistas para fazer ajudá-lo a pensar, planejar, autoavaliar-se, ajudá-lo a criar metas. A regra é treinamento constante, de forma proativa, sem esquecer também de investir no marketing de si mesmo.
Instintos Sexuais Humanos, Saiba como funciona a atração entre homens e mulheres
Parte - 1
Parte - 2
parte - 3
parte - 4
parte - 5
parte - 6
parte - 7
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Comece a mudança dentro de você
Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor.
(Johann Goethe)
2012 é um ano significativo para a humanidade! Com a sua chegada, aumentam as expectativas de mudanças, de novos projetos, de sonhos e planos. Porém, não dá para deixar de iniciar as mudanças necessárias, para quando o ano já estiver caminhando para seu final novamente. Nem dá para deixar ao acaso as tarefas que cabem a você realizar agora, para que este ano tenha melhores resultados do que os anos que já passaram.
Portanto, venha descobrir como encontrar seus reais MOTIVOS, para fazer deste ano de 2012 o grande ano da sua vida, encontrando a motivação através dos verdadeiros significados em de cada sonho, projeto, desejo, pensamento, palavra em sua vida.
Quero lhe fazer um convite, mas antes quero fazer algumas perguntas:
QUESTÕES A SEREM RESPONDIDAS:
• Quais serão meus motivos para vencer?
• Como descobrir meu Gigante Interior?
• Quais são meus Sonhos, e fonte de Motivação.
• Quais são As Atitudes do Vencedor.
• Como faço para Planejar e transformar sonhos em metas.
• Como Criar Significados?
• Como Resignificar o trabalho e a vida.
• A Ação É a fonte de energia e DE entusiasmo.
• Com um passo de casa vez se dá a volta ao mundo?
• Como Fazer o Bem sem olhar a quem.
• Como Fazer a diferença, no mundo e na vida das pessoas?
• Como Não ter medo de ser Feliz.
• Será que A Revolução, começa em mim?
Responda a essas perguntas e seja sincero consigo mesmo...
Pense nisso!
Autor: Mario Gonçalves
(Johann Goethe)
2012 é um ano significativo para a humanidade! Com a sua chegada, aumentam as expectativas de mudanças, de novos projetos, de sonhos e planos. Porém, não dá para deixar de iniciar as mudanças necessárias, para quando o ano já estiver caminhando para seu final novamente. Nem dá para deixar ao acaso as tarefas que cabem a você realizar agora, para que este ano tenha melhores resultados do que os anos que já passaram.
Portanto, venha descobrir como encontrar seus reais MOTIVOS, para fazer deste ano de 2012 o grande ano da sua vida, encontrando a motivação através dos verdadeiros significados em de cada sonho, projeto, desejo, pensamento, palavra em sua vida.
Quero lhe fazer um convite, mas antes quero fazer algumas perguntas:
QUESTÕES A SEREM RESPONDIDAS:
• Quais serão meus motivos para vencer?
• Como descobrir meu Gigante Interior?
• Quais são meus Sonhos, e fonte de Motivação.
• Quais são As Atitudes do Vencedor.
• Como faço para Planejar e transformar sonhos em metas.
• Como Criar Significados?
• Como Resignificar o trabalho e a vida.
• A Ação É a fonte de energia e DE entusiasmo.
• Com um passo de casa vez se dá a volta ao mundo?
• Como Fazer o Bem sem olhar a quem.
• Como Fazer a diferença, no mundo e na vida das pessoas?
• Como Não ter medo de ser Feliz.
• Será que A Revolução, começa em mim?
Responda a essas perguntas e seja sincero consigo mesmo...
Pense nisso!
Autor: Mario Gonçalves
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
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